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voltar|história de sucesso

Rubens, Eloize e Leonardo.

Como nós esperamos pelo dia em que estaríamos aqui registrando nosso depoimento. Ler as histórias de sucesso no site me fez acreditar que seria possível conseguirmos realizar nosso grande sonho também. Então, não poderíamos deixar de registrar nossa caminhada e a grande graça da chegada!

Casados desde 2008, decidimos que após 2 anos tentaríamos engravidar; assim em agosto de 2010 resolvemos começar as tentativas. Dois meses depois eu estava grávida, mas com 5 semanas de gestação tive um sangramento e ao fazer o ultrassom foi visto apenas o saco gestacional. O sangramento continuou e abortei espontaneamente.

Ficamos muito tristes e ao questionarmos as causas do ocorrido, tomamos conhecimento do quanto comum é esse fato (soubemos que ocorre em 20 a 30% das gestações) e que nem sempre há um motivo específico para que isso aconteça. Esperamos alguns meses e logo iniciamos uma nova tentativa que para nossa surpresa não demorou muito a dar certo. Agora estávamos confiantes, afinal já haviam se passado 10 semanas e nada de sangramento, a barriga havia começado a despontar, as mudanças no corpo estavam acontecendo...

Fomos então para o nosso primeiro ultrassom, onde recebemos a triste notícia de que não havia nada no saco gestacional. Era uma gravidez anembrionada. Eu estava “grávida”, mas não havia um embrião.

Fui orientada a esperar um tempo para ver se espontaneamente ocorreria o aborto, mas não aconteceu. Assim, foi necessário passar pela curetagem – um processo que embora seja indolor fisicamente, fere nosso coração.

Decidimos então que não tentaríamos novamente sem antes investigar as possíveis causas do que havia ocorrido. A literatura médica sugere que se inicie o processo de investigação após 3 abortos, mas nós não queríamos passar mais uma vez por tudo isso. Foi assim que nossa médica, que foi aluna do Dr. Barini na Unicamp, nos orientou a procurá-lo para conversar e orientar sobre qual o melhor caminho a seguir.

Após uma série de exames, foi verificado que havia incompatibilidade imunológica entre eu e meu marido e que eu também tinha deficiência de proteína S, uma proteína relacionada com a coagulação sanguínea. Então, iniciamos as vacinas e após as doses recomendadas nosso crossmatch já havia positivado. Estávamos liberados para as tentativas e no primeiro mês já deu certo! Nem precisamos tomar as doses de reforço. Após o positivo eu precisei tomar injeções diárias de um anticoagulante (Clexane) e outros cuidados para garantir que tudo ficasse bem.

Esse positivo veio como uma mistura de alegrias, incertezas, medos e esperança. Muita esperança de que agora daria certo, muita fé em todas as nossas orações e pedidos.

Aguardamos ansiosamente nosso primeiro ultrassom, afinal já havíamos passado por uma decepção antes. Foi a maior alegria ao ver que havia um coração palpitando em meu ventre! Havia uma vida lá! E agora esta vida está aqui conosco, enchendo nosso coração de alegria!

A gravidez correu tranquilamente e com 39 semanas de gestação,  no dia 12 de agosto de 2013 o Leonardo nasceu, pesando 4, 095 kg e medindo 51 cm.

Gostaríamos de agradecer ao Dr. Barini e sua equipe pelo apoio e principalmente pelos esforços nas pesquisas que tornam possível a realização de sonhos.

 

Um forte abraço,

Rubens, Eloize e Leonardo.

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