CRM 36322
ginecologia e obstetrícia
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medicina fetal

voltar|história de sucesso

Arthur


Meu nome é Rebeca. Casei-me aos 38 anos de idade; devido à minha idade, quando éramos noivos, eu e Wainer decidimos ter filhos logo que casássemos. E foi assim: com um mês de casados, engravidei. Nem preciso dizer que foi uma alegria.

Tudo ia bem, até que, com 11 semanas de gestação, acordei com cólicas. As dores passaram, mas horas depois voltaram e com sangramento. Fui ao pronto socorro de um hospital e, ao fazer uma ultrassom, foi diagnosticado que o feto tinha tamanho inferior ao seu tempo e não foi verificado batimento cardíaco. Mesmo assim, foram prescritos medicamentos, pois provavelmente o tamanho menor do feto era um erro na contagem do tempo de gestação... Infelizmente, os sangramentos continuaram, e no dia seguinte sofri um aborto espontâneo.

Todos me consolavam, dizendo que grande parte das mulheres sofre aborto na primeira gestação. E isso me fez sentir apenas mais uma nesse universo.

Quatro meses após a curetagem que precisei fazer, estava grávida novamente. Pensei: agora vai!!! A gravidez corria bem, nada de tão preocupante havia acontecido. Até que, com 13 semanas, durante uma ultrassom de rotina, para verificar a translucência nucal, foi visto que o feto estava morto! E, como da outra vez, ele tinha o tamanho inferior ao seu tempo gestacional.

Desta vez, o mundo caiu, o chão sumiu para mim e meu marido. Quanta dor ... Minha ginecologista fez exame de cariótipo no material curetado, e vimos que o feto era perfeito, não tinha nenhum problema. Assim, ela me orientou a investigar a causa dos abortos e me encaminhou a um especialista.

Fui para Dr. Antônio Moron. Após dezenas de exames, chegou-se à resposta de todo nosso sofrimento: eu tinha uma incompatibilidade com meu esposo, de ordem imunológica, além de trombofilia. Com isso, Dr. Moron me encaminhou ao Dr. Barini, e ali comecei meu tratamento.

O tratamento consistia em tomar vacinas feitas dos linfócitos do meu marido. Após a segunda dose, repeti o exame (Cross Match) e tudo mudou: as vacinas surtiram efeito, eu estava imune ao meu esposo, já podia engravidar.

E para nossa imensa alegria, a gravidez veio no mês seguinte. Com ela, tomei mais 4 doses da vacina e dei início às injeções de anticoagulante, cuja aplicação era duas vezes ao dia, além de outros medicamentos.

Nem preciso dizer que tudo foi válido! A gravidez correu bem, foi tranqüila e tive o acompanhamento de Dr. Barini. No dia 22 de fevereiro de 2007, com 38 semanas de gestação, nasceu Arthur, pesando 3.650kg e medindo 52,5cm. Sem o tratamento, jamais teria meu filho. Hoje, ao olhar para o seu rostinho, nem me lembro das picadas das centenas de injeções, nem dos hematomas, etc.

Sou imensamente grata acima de tudo a Deus, depois: à minha médica, que me orientou a buscar um especialista; ao Dr. Moron, por sua experiência; e especialmente ao Dr. Barini, porque, através do seu tratamento, tive a bênção de entrar em sua sala com o coração vazio e, tempo depois, sair embalando meu filho em meus braços! Obrigada, Doutor!

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