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voltar|história de sucesso

Chegou nosso querido Miguel!


Eu, Daniela, e o Marcelo nos conhecemos na faculdade, no meu segundo ano, e começamos a namorar em 1991.

Concluímos nossa graduação e só depois da pós resolvemos que era hora de casarmos, em 1999. Esperamos ainda algum tempo para planejarmos nosso filho, querendo que tudo em nossas vidas estivesse a favor desse evento tão esperado.

Minha história no desejo de ser mãe começou no final de 2001. Demorei alguns meses para engravidar por causa da síndrome dos ovários policísticos, que trato desde a adolescência, e causa ciclos anovulatórios. Frente à minha ansiedade, minha médica na ocasião receitou Clomid, e logo no primeiro ciclo engravidei.

Nossa alegria e de toda família e amigos (eu era a primeira da turma de amigas mais chegadas a engravidar) durou apenas poucas semanas, pois já na segunda tentativa de ultra-som não se puderam ouvir os batimentos cardíacos. Era a 6ª-7ª. semana, e havia aparecido antes uma área de descolamento. Isso foi em abril de 2002.

Nem preciso comentar a minha decepção e a de todos ao meu redor, mas pelo menos não precisei de curetagem, e minha médica considerou esse episódio como um fato isolado, algo “mais comum de acontecer do que se pensa”.

Então deixei passar os necessários três meses e não pude esperar mais para recomeçar as tentativas, estava ansiosa por apagar aquele passado ruim com uma boa notícia. Tentamos uns dois meses sem medicação, mas como a incerteza de estar ovulando só aumentava a minha angústia, partimos novamente para o Clomid. No primeiro ciclo já ovulei, mas ocorreu antes do que esperávamos e perdemos a chance de concepção. No seguinte, tudo ok. Positivo novamente. Eu nem acreditava... Era outubro/novembro de 2002.

Desta vez tive medo, e apesar da vontade de sair espalhando aos quatro ventos, me contive. Mas tudo ia muito bem (apesar de minha médica recomendar bastante cautela e repouso quando possível), e pouco antes de completar os três meses, próximo ao Natal, minhas amigas já desconfiavam: contei. A festa duplicou com a notícia: eram gêmeos! Parecia que era o merecido presente para mim e meu marido depois daquele sofrimento.

Tive ainda um pequeno descolamento, que depois desapareceu, supostamente devido a uma caminhada mais forçada. Mais repouso e tudo bem. Em fevereiro de 2003, entre a 14 a. e a 18 a. semanas é que aconteceu o pior.

Não vou conseguir contar os detalhes desse período... Foi minha pior experiência na vida. Uns dias internada e depois na casa de meus pais, só deitada, tomando litros e litros de líquido por dia, e nós todos rezando sem parar, esperando que ambos resistissem. Novas dores, e se foi o primeiro, em casa.

Nova internação, e contra todas as estatísticas, o segundo resistia bem, e ainda cresceu de uma semana a outra. Em casa recomeçaram as dores; no hospital os remédios pareciam não fazer efeito. Tentou-se uma cerclagem, mas em vão, já era tarde e a infecção também estava alta. Foi-se a segunda... Em 20 de fevereiro de 2003, uma semana antes do meu aniversário.

Nunca meu aniversário foi tão sofrido, tão triste, sem comemoração, sem razão de ser.

Não pude esperar mais de um mês para procurar outro médico, aliás, um profissional bem conhecido da família, o Dr. Gilberto Azenha, que por suas mãos havia me trazido ao mundo, 31 anos antes, e agora me dava a preciosa indicação do Dr. Ricardo Barini, que mudaria todo o rumo de nossa história.

Realmente o crossmatch deu negativo, nosso problema era imunológico. Minhas esperanças se renovaram, acreditando encontrar a causa de tanta dor. Tivemos que fazer duas séries de vacinas para conseguir positivar o crossmatch, e assim que o Dr. Barini me liberou para engravidar, em setembro de 2003, o universo conspirou a nosso favor e eu engravidei no primeiro ciclo!

Emoção, alegria, mas também muita angústia! Será que vai ser mesmo diferente? Será que vou agüentar a ansiedade? Vou ter que fazer repouso absoluto?

A atenção do Dr. Barini foi importantíssima para nós nesses primeiros tempos da gestação, e sua tranqüilidade e firmeza me acalmavam. Os exames também mostravam que não havia outros problemas a sanar.

Sim! Esta foi muito diferente das minhas outras gestações e, apesar da preocupação estar sempre rondando, tudo correu muito mais serenamente do que eu mesma esperava! Tomei mais outras doses de reforço da vacina, e continuei a levar minha vida, sem grandes restrições, apenas as mesmas de uma grávida “normal”.

Meu coração já me dizia o que o ultra-som confirmou: era um menino! Era o nosso lindo Miguel que se preparava para vir ao mundo!

E em 23 de maio de 2004, com 39 semanas e 2 dias, nosso amado filho veio ao mundo, na Maternidade de Campinas, pelas mãos do Dr. Azenha, e pelo cuidado sempre presente do Dr. Barini.

Amanhã, Miguel completa 8 meses de muitos sorrisos e peraltices, e a alegria e serenidade em seu rostinho ilumina as nossas vidas. Por isso, damos graças a Deus todos os dias!

Escrevo hoje com grande alegria, porque posso passar uma mensagem de esperança e confiança para muitos casais que sofreram como nós, mas agora podem estar certos de que há um outro caminho a seguir. Tivemos muita sorte deste tratamento ter chegado ao Brasil pelas mãos do Dr. Barini, um médico humano, dedicado e competente.

Termino com nosso desejo de muita boa sorte a todos esses corações de pais que anseiam pela chegada de seus bebês!

Daniela e Marcelo
Americana - SP

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