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Família Serra Velasco

"Olá, meu nome é Francy e meu marido se chama Giancarlo. Somos de Guájará Mirim (RO), fronteira com a Bolívia (bem longe, né?) Pois então:
 
Nossa estória começou mais ou menos em 2006, quando, depois de não me prevenir desde 2005, nenhuma gravidez aconteceu. Não sei porque, desde o início tive comigo uma desconfiança de que haveria algo, que eu não sabia o que era. Fiz todos os exames de praxe, até a "temida" histerossalpingografia... Tudo ok. Mas, nada de bebês.
Em 2007, numas férias no Maranhão, esticamos até Teresina (PI) e fizemos indução de ovulação com coito programado... Nada. Comecei a ficar ansiosa, eufórica, com medo. Acredito que meu estado emocional ajudou bastante nisso tudo. Enfim...
 
Em 2008 passamos a consultar com médicos de Porto Velho (RO), e o urologista passou um tratamento ao meu marido, porém, antes que ele iniciasse, eu me descobri grávida de 6 semanas. Era junho de 2008... Quanta alegria, foi o céu na Terra... que durou bem pouco. 9 dias depois de descobrir a gravidez começou um sangramento fraco mas intermitente. Nada o deteu. em 12 de junho vimos que não havia mais jeito: tive um aborto retido... Curetagem, repouso, lágrimas, uma tristeza e uma dor que pareciam não ter tamanho. Mas, conforme disseram todos, de médicos a familiares e amigos, isso nunca mais se repetiria. Acreditamos. O médico que fez a curetagem chegou a dizer que, após 3 meses nós poderíamos tentar novamente.
 
E tentamos. Em novembro, após um exame de farmácia negativo, outro sangramento igual ao primeiro. Novo ultrassom, nova gravidez que não estava bem. Mas, desta vez, o médico me mandou continuar minha vida normal, sem repouso nem medicamento, pra ver o que iria acontecer. Marcou novo ultrassom para 15 dias. Na dia desse exame eu já estava ovulando normalmente. O mundo caiu pra nós. Pra mim, principalmente. Entrei numa profunda e dolorosa depressão. Meu marido foi meu amparo, meu amigo, foi tudo o que eu precisava. Afortunadamente, nosso casamento amadureceu com isso. Ficamos mais fortes, mais unidos.
 
Foi no meio desse rolo compressor de emoções que descobri o Dr. Ricardo Barini na internet, após pedir a Deus em oração que nos mostrasse um caminho pra descobrir o que estava acontecendo. Não queria esperar que o pior acontecesse novamente; porque era isso o que os médicos daqui de Rondônia nos disseram que fizéssemos: esperar um novo aborto pra tentar, a esmo, medicamentos, sem sabermos do que se tratava. Mas, contrariando toda a recomendação deles (que acham que o tratamento do Dr. Barini não passa de "placebo"), entrei em contato com a Marlene, que me atendeu com um carinho e atenção imensos.
 
Olha, foi dureza enfrentar todas as dificuldades pra chegarmos aqui: tivemos que enviar sangue por avião e o mesmo "estragou" porque chegou fora do prazo de conservação; passamos horas a fio no aeroporto de Brasília, passagens caríssimas, cansaço, enfim, foi uma via crucis.
 
Tive que tomar vacinas de reforço por 2 vezes, o Dr. Barini ainda foi um anjo em se oferecer pra ser um segundo doador, porque as vacinas que tomei primeiramente não foram suficientes pra "negativar" o cross... Agendamos até uma fertilização pra novembro de 2010 porque novos espermogramas feitos por meu marido atestaram que ele tinha problemas. Foi duro.
 
Mas também recorri, nesse tempo, a nossa famosa "medicina natural amazônica"... Tomamos a "garrafada", que pra nós aqui é muito comum, em junho e julho e, no final de agosto tive o presente de aniversário mais abençoado da minha vida. Meu aniversário é dia 28 de agosto, e, no dia 24 de agosto descobri que estava grávida da nossa menina "valentona": é, ela se chama Valentina, nossa borboletinha valente, durona, corajosa. Nossa bênção dos céus, o nosso maior amor.
 
Por ela valeu tudo isso. Agradeço a Deus infinitamente ter colocado o Dr. Barini, a Marlene e a Andréia em nossas vidas. Valeu cada lágrima, cada dificuldade superada, valeu tudo.
 
Obrigada, Senhor, por nos ensinar a ter fé e confiar nos Seus "sinais".
 
OBS.: Ah, e já estamos pensando nos próximos, deixa só a Valentina fazer um ano, rsrsrs.
 
Beijos da Família Serra Velasco."
 
 
 

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